segunda-feira, 20 de junho de 2011

Desafio: Carteira de Clientes


ëPara pensar: “A cura para o espírito crítico é um olhar honesto para si mesmo, não para os outros”. D.D’Cartio.


% Desafio: Carteira de Clientes


S
eus resultados e desgaste pessoal serão consequência do tipo de carteira que você construir. A decisão de conquistar, manter e excluir os clientes da carteira é sua. Nesse sentido, algumas sugestões podem ser úteis:


Ø  Dedique parte do tempo, de preferência no início do dia e do mês, ao contato com os clientes parceiros.
Ø  Crie barreiras a seus concorrentes. Garanta a satisfação de seus parceiros. Surpreenda-os. Não espere ser chamado, tome a iniciativa de identificar suas necessidades futuras.
Ø  Eduque seus clientes problemáticos. Saiba impor seus interesses. Estabeleça limites. Considere a possibilidade de excluir os indesejáveis.
Ø  Aprenda com a experiência. Solucione os problemas mais frequentes e aprenda como evitá-los. Seja mais criterioso na prospecção de clientes.

Essas dicas foram extraídas e adaptadas do livro Se você quer, você vende, de Carlos Tadeu Viveiro (Editora Gente). Ela foram recentemente publicadas na newsletter Manual do Vendedor

terça-feira, 7 de junho de 2011

Desafio: Ouvir o cliente é essencial


ëPara pensar: “Você é o resultado das escolhas que fez ontem. Se desejar um amanhã melhor então saiba escolher a excelência hoje”. Sun Tzu.


Muita coisa mudou nos últimos anos e a tecnologia foi  à grande responsável por toda essa mudança. A tecnologia está em praticamente tudo ao nosso redor, mas os meios de comunicação talvez tenha sido o que mais modificou. Antigamente, o telefone e carta eram os únicos meios de uma pessoa expressar sua opinião, fazer uma reclamação ou até mesmo um elogio a uma determinada empresa. Hoje as redes sociais passaram a ser os canais mais utilizados pelos consumidores para expressar suas experiências positivas e negativas.

De acordo com Daniel Ziv, vice-presidente de interação e análise com o consumidor da Verint, as redes sociais tomaram uma dimensão muito maior do que muitos imaginavam e aquilo que parecia ser inofensivo tornou algo preocupante para as companhias. “É preciso avaliar o que o cliente tem a dizer quando ligam para a central de atendimento das empresas, pois um simples problema fácil de ser solucionado pode parar nas redes sociais e ter uma dimensão ainda maior, o que reflete não só na imagem da empresa como também na receita”, afirma o executivo.
Para que situações como essas não aconteçam o vice-presidente da Verint apresentou durante sua palestra o software Voice of the Client Analytics (VoC) capaz de analisar as chamadas e e-mails que a empresa recebe e ver quais são as maiores queixas. Além disso, é possível analisar a forma como o colaborador faz o atendimento e ver se deve ou não mudar o script para não perder clientes ou não fechar novos negócios.
O executivo apresentou alguns exemplos de empresas que utilizaram a ferramenta e que conseguiram reter mais de 50% de seus clientes. “Uma boa prática para que a imagem de uma empresa não seja manchada nas redes sociais é ser muito focado. É preciso procurar o problema específico, dar uma atenção especial e tentar solucionar. Com esse programa é possível avaliar cada ligação, analisar quais são os pontos fortes e fracos dos agentes no atendimento, monitorar os riscos e com isso aumentar sua receita”, finaliza.

 

Esses dispositivos móveis como smarthphones e tablets, além dos computadores pessoais, estão ganhando funcionalidades corporativas cada vez mais eficientes. São ferramentas que permitem acessar recursos com mais agilidade e objetividade. Estes gadegts pressionam as organizações a se modernizarem e a facilitarem o acesso ao usuário, mas necessitam de atenção por parte de seus gestores.

Para André Vilela, diretor de soluções de tecnologia, consultoria e soluções da Unisys, as redes sociais são um diferencial importante que deverão se configurar em breve na gestão do conhecimento nas empresas. "Temos nos comunicado dentro das empresas de forma cada vez mais difícil. Planilhas, e-mails, diferentes versões de um documento eletrônico, e por aí vai. O fato é que o tempo para encontrar uma informação começa a ser incompatível com a dinâmica das próprias empresas. Por outro lado, as redes sociais proporcionam uma nova forma de interação e comunicação, muito mais objetiva e com índice de sucesso de obtenção de informação muito superior aos outros meios. Além disto, proporcionam a consolidação do conhecimento".
  
Vilela observa hoje um crescente uso dos telefones celulares inteligentes com funções de correio e comunicação instantânea por parte de executivos e colaboradores. "Trata-se de uma mudança comportamental enorme. Não é difícil encontrar funcionários 'teclando' em todos os lugares, durante ou fora do local e horário de trabalho", salienta.

A evolução deste quadro, segundo o diretor, levará necessariamente ao fortalecimento da informação centralizada (em todas as suas formas: vídeo, som, imagem, texto). "Os sistemas corporativos devem aos poucos serem ajustados para aproveitar esta facilidade do 'tudo em qualquer hora e em qualquer lugar'.  Já os equipamentos devem oferecer mais capacidade de lidar com os serviços multimídia facilitando a interface com o usuário, seja através de comandos de voz e de softwares de interpretação de comandos e palavras", ressalta.  

Entraves e adesão

Tanta tecnologia e informação requer equilíbrio. Para Vilela as empresas devem se adaptar de forma gradativa e produtiva, combinando aquilo que é de uso pessoal e o que é de uso profissional. "É necessário encontrar este equilíbrio. Será preciso criar regras de utilização. A prática dá mais agilidade e força ao conceito de mobilidade funcional. Além disso, acelera o processo do trabalho sem necessidade de um espaço físico para isso. Porém, é prudente combinar isso entre a empresa e o colaborador", alerta.

Texto retirado do "Bom Dia Parceiros" Embracon

Honda celebra quatro décadas de sucesso








Desafio: Vale a pena recuperar o cliente?


ëPara pensar: “Busque ser diferente sem deixar de ser eficiente. Profissionais de vendas que fazem a diferença no atendimento, no profissionalismo e acompanham o avanço entre a tecnologia e os serviços oferecidos conquistam cada vez mais posições de destaque”
Dalmir Sant'Anna.

% Desafio: Vale a pena recuperar o cliente?
Perder clientes é sempre sinal de que alguma coisa está errada no andamento de uma empresa, mas o custo para recuperar esses clientes perdidos pode ser mais alto do que o benefício que eles podem proporcionar à empresa.
Para fazer essa logística é preciso medir o nível de rentabilidade que esses clientes trazem para a empresa e quanto a empresa pode perder com o seu afastamento. Para isso a coach Carolina Calaça explica que a companhia precisa saber classificar seus clientes entre os de maior valor (que dão lucros para empresa), de maior potencial (que futuramente podem trazer bom retorno), de valor estratégico (formadores de opinião) e clientes Below Zero (que custam muito caro para a empresa e geram prejuízos). Para este último tipo os esforços de recuperação não valem a pena. Os demais precisam ser muito bem cuidados porque perdê-los é prejuízo certo.
A consultora alerta que a recuperação de um cliente perdido pode custar dez vezes mais a uma empresa do que ganhar um novo cliente. “Recuperar um cliente perdido exige grandes investimentos e esforço sem garantias de resultados. É mais fácil e mais inteligente relacionar-se bem com os clientes já conquistados criando para eles diferenciais que os tornem leais à empresa”. Ela ressalta também que é necessário saber os reais motivos que levaram o cliente a desertar e mudar para o concorrente, fator que nem sempre estão dispostos a revelar.
Os fatores que mais causam às empresas perda de clientela são em 68% das situações o descaso de funcionários com o cliente, 14%  correspondem insatisfação com os produtos ou serviços, 9% são atraídos por ofertas mais atrativas dos concorrentes, 5% são influenciados por terceiros, 3% se mudam de cidade e 1% morre. “Em média as empresas perdem 50% dos clientes em 5 anos”, diz.
Para evitar que o cliente procure o serviço ou produto concorrente, é importante ampliar os canais de comunicação e monitorar SAC, redes sociais e sites de reclamações, canais que podem evitar a perda antes que ela aconteça e enquanto ainda é possível revertê-la

@Importante: Pós-venda!

Para você não se sentir em um mato sem cachorro na hora de realizar a pós-venda, separamos algumas dicas que o auxiliarão nessa missão:

  • O cliente nem sempre tem razão, mas dificilmente está completamente errado – Trate-o com respeito e aproveite o momento para levantar opiniões sobre os produtos e serviços da empresa.
  • Questione valores – Após perceber o motivo da insatisfação do cliente, questione que valores o levaram a consumir o produto ou serviço. Sonde quais eram as expectativas, ouça com atenção e aproveite para ressaltar alguns atributos da marca – mas cuidado para não se tornar do contra nem deixar o cliente tonto com tantas informações.
  • O cliente deve ser bem atendido – Embora essa regra pareça óbvia, na prática, ela pode ser influenciada por problemas pessoais do vendedor ou prestador de serviço, o horário do dia e a data do mês. São vários os motivos que podem – mas não devem – comprometer a experiência do cliente.
  • Treinamento – A empresa deve incentivar o treinamento, não só entre os que estão entrando, mas até mesmo com os profissionais que estão para se aposentar. Uma equipe bem formada e informada atende melhor. Tal exercício, entretanto, deve aliar o que o grupo “quer fazer” com maneiras práticas de “como fazer”.
  • Não empurre com a barriga – Se o cliente por algum motivo foi até você, resolva o problema dele. Não fique transferindo o pepino.
  • Não dificulte negócios – Procure estar sempre disponível e em hipótese alguma faça o cliente sentir-se inferiorizado, como se a empresa estivesse fazendo um favor em atendê-lo.
  • Funcionários também são clientes – Os profissionais da sua empresa também influenciam o comportamento de compra. Além disso, falhas no processo interno certamente comprometerão o andamento da empresa. Se todos estiverem engajados em ajudar uns aos outros, o espaço para a burocracia diminui.
  • Tecnologia a serviço do consumidor – Se a sua empresa adota atendimento eletrônico, por exemplo, cuide para que ele seja cortês e fácil de ser utilizado. Nada de 19 opções de teclas para falar com cada setor. Cuidado também com os recursos de voz, que muitas vezes dificultam para o cliente pronunciar a uma máquina exatamente o que deseja.
  • Diga o que pretende fazer e cumpra o prometido – Honre compromissos e mantenha os clientes informados.
  • Não leve problemas ao cliente – Não troque confidências pessoais e muito menos profissionais com os consumidores. Não há tempo – nem utilidade – para isso.
  • Procure ser um visionário – Tente pensar sobre as necessidades e os desejos futuros dos clientes, assim como problemas e possíveis soluções.
 Essas dicas foram extraídas do livro A hora da

quinta-feira, 10 de março de 2011

Desafio: Desafios e Oportunidades das empresas no mercado emergente

Parece que o País do futuro deslanchou. Crescimento anual acima de 7%, baixos índices de desemprego e uma estabilidade econômica invejável durante a última crise financeira mundial. Vamos sediar a Copa em 2014 e a Olimpíada em 2016. Realizamos recentemente a maior operação de capitalização do mundo através da Petrobrás e do potencial do pré-sal. Estamos vivenciando uma das melhores oportunidades que este país já teve e todo mundo tem os seus olhos voltados para o Brasil. Quem diria que o nosso mais novo desafio estaria em controlar o fluxo exagerado de capital externo entrando no país?
E diferentemente do passado, o atual boom econômico está alterando significativamente o poder de compra das classes menos favorecidas deste país o que nos traz a oportunidade de liberar o tremendo potencial do consumo doméstico e assegurar a maior vantagem competitiva do nosso país: a sua dimensão demográfica. A inclusão de milhões de consumidores na classe C, o acesso cada vez mais estruturado ao crédito (habitacional e outros) e os programas vigentes de distribuição de renda já começam a mostrar seus efeitos benéficos na nossa economia, especialmente no incremento de consumo. E muito mais está ainda por vir.
Desafios para as empresas
Esta grande oportunidade traz grandes desafios para as empresas. Empresas líderes que não conseguirem crescer na mesma velocidade do mercado vão ter suas posições ameaçadas e poderão perder suas vantagens competitivas. Novas empresas, mais íntimas às classes emergentes, tendem a ganhar espaço, poder e relevância no mercado. Marcas e modelos antigos estão sendo questionados e novos conceitos aparecem e se espalham pelo mercado massivo.
Modelos emergentes de distribuição/venda, como a venda porta a porta, a compra em grupos ou a compra pela internet estão se fortalecendo.
Entender o consumidor emergente para revisar as propostas de valor atuais e manter-se relevante na comunicação e no posicionamento é fundamental para que empresas consigam navegar nesta onda de crescimento mantendo-se na crista. Fórmulas atuais de sucesso deverão ser ajustadas em busca de uma nova modelagem econômica de negócio que gere riqueza neste novo ambiente competitivo mais restritivo.
Novos Modelos de Negócios
Estamos diante de uma imensa oportunidade de criar e ajustar novos modelos de negócios. Estes modelos devem levar em consideração que o consumidor não é uma entidade teórica, cujo objetivo principal seja consumir sabão em pó ou escolher uma nova marca de feijão. O consumidor é alguém que busca sua auto-estima, sua felicidade e uma vida melhor. Alguém como qualquer um de nós, mas com experiências, referências, prioridades e estratégias de vidas distintas. Entender isso será fundamental para conquistá-lo. Entendê-lo por completo é necessário porque nossas propostas deveriam responder às necessidades dessas estratégias de vida.
A Recompensa.
Conciliar a inclusão de consumidores emergentes com a geração de riqueza e construção de vantagens competitivas será a recompensa destas empresas visionárias que vencerem estes desafios. E, devido ao potencial e representatividade do segmento emergente, quem garantir a preferência deste segmento certamente disputará a liderança do mercado como um todo.

<Oportunidade: Consórcio é boa ferramenta de planejamento financeiro, diz presidente da Abac 


Comprar um imóvel ou um carro, pagar a faculdade ou mesmo a viagem dos sonhos não são tarefas fáceis para muita gente. Juntar todo o dinheiro para o pagamento à vista pode levar anos e financiar as compras, com os juros aumentando, pode fazer com que a compra saia muito mais cara que o preço original.
Para esses casos , o consórcio pode ser uma boa opção. “O consórcio é uma ferramenta de planejamento financeiro. A pessoa pode planejar a compra do bem e pagar parcelado sem juros”, conta o presidente da Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio), Paulo Rossi.
“Para quem pensa no futuro, o consórcio é uma poupança programada, ou seja, em algum momento você vai ser contemplado por sorteio ou por lance, enquanto na poupança tradicional demora muito para você juntar o valor necessário. Sem falar que, com o comprometimento de pagar a parcela, o consórcio proporciona a disciplina financeira que o consumidor não tem em uma poupança tradicional”, completa.

Vantagens
Além do consórcio ser um parcelamento sem juros, Rossi afirma que outra grande vantagem é que o consumidor tem o poder de compra à vista, após ser contemplado.
“Com a carteira de crédito na mão, após a contemplação, ele vai no mercado, escolhe seu bem – que pode ser novo ou usado – e poderá barganhar o preço. Ou seja, ele tem a mesma vantagem do consumidor que tem o dinheiro para pagar à vista e consegue preços mais em conta”, diz.
Para o executivo, o consórcio só deixa de ser interessante para quem precisa do bem imediatamente.
“Infelizmente, não dá para saber quando o consumidor será contemplado. Por isso, para ser um consorciado, ele precisa ter flexibilidade de tempo para a compra do que deseja”, finaliza.

@Importante: A importância de utilizar a publicidade e a propaganda


O mundo nos dias atuais vive uma intensa competitividade, isso faz com que as pessoas pesquisem, inovem e busquem alternativas para alcançar êxito nos negócios.
A publicidade e a propaganda neste caso são ferramentas de extrema importância, pois se bem utilizadas são capazes de promover a empresa, fazendo com que lucro e visibilidade apareçam. Cada vez mais as empresas procuram utilizar essas ferramentas, pois todo cliente espera inovações dos produtos, buscam realizações e são apaixonadas pelos sonhos que vivem.
A publicidade e a propaganda são capazes de transformar, fazer as pessoas acreditarem no melhor sempre, por isso a importância de utilizá-las, aprimorando e personalizando para cada tipo de cliente e situação. Dener Cunha

quarta-feira, 2 de março de 2011

Desafio: Desafios para a implementação do comércio eletrônico

Este artigo apresenta os desafios para essa implementação no setor de bens de consumo e revela alguns caminhos para alcançar o sucesso
 O comércio eletrônico vem crescendo de forma significativa no Brasil e no mundo tanto no segmento business- t o-consumer (B2C) como embusiness- t o-business (B2B). Sites relacionados a produtos de consumo são lançados com uma velocidade cada vez maior e rapidamente ganham projeção, com alto crescimento do volume de transações. Exemplos de experiências nacionais bem-sucedidas, fruto não só do pioneirismo como também do dinamismo na implementação, incluem sites como Submarino, Saraiva e Pão de Açúcar. Várias áreas da indústria de bens de consumo têm liderado os esforços na criação de sites de comércio eletrônico no Brasil. De acordo com a Gazeta Mercantil, aproximadamente 20% desses sites pertencem a indústrias atendendo diretamente o consumidor, 50% a varejistas, e cerca de 30% a empresas que operam somente no mundo virtual. Atualmente, em média 3% do faturamento total das empresas de varejo com maior atuação na internet são provenientes de seus negócios na rede. No entanto, apesar desse baixo percentual, as perspectivas de crescimento são significativas.
O desenvolvimento da infra-estrutura e da tecnologia deverá permitir a criação de novas opções nessa área. É o caso do acesso rápido à internet via rede de TV a cabo ou linha telefônica (ADSL), já em funcionamento em algumas capitais brasileiras. Existe também a perspectiva de acessar dados via telefonia móvel, o que criaria um universo inimaginável de serviços aos usuários (como, por exemplo, ofertas instantâneas de lojas por meio de celulares, para atrair os consumidores aos locais próximos de onde estiverem passando).
  Aleksander Wieniewicz e Guilherme Mammana
  
Veja esta excelente matéria na íntegra em: http://www.scribd.com/doc/276399/Desafios

<Oportunidade: Perfil do brasileiro nas mídias sociais: pesquisa eCMetrics


“Perfil do brasileiro nas Mídias Sociais”, um estudo inédito e realizado no mês de dezembro de 2010 com 2.440 participantes.
Dados da pesquisa
Com cinco objetivos centrais, a pesquisa da eCMetrics visou entender:
  • >Em quais áreas do mercado os consumidores estão mais propensos a criar, disseminar e procurar mídia social;
  • >De que forma os consumidores recorrem à Internet para auxiliar na tomada de decisão de compra;
  • >Como as ferramentas de web 2.0 são usadas pelos consumidores;
  • >Quem são os consumidores que criam conteúdo, criticam, disseminam e se conectam com outras pessoas;
  • >Quem são os consumidores online, aqueles que costumam participar de ações na Internet e aqueles que costumam colaborar com as empresas na geração de novas ideias.
A partir dos objetivos, o primeiro tópico identificado visa apresentar quais as áreas de maior interesse para usuário da Internet no Brasil, dentro da amostra da pesquisa. Segundo a eCMetrics, as três áreas de maior interesse são: tecnologia e eletrônicos (95%), tecnologia portátil e móvel (94%) e CDs e DVDs de música (94%).
Dentre os 2.440 participantes da pesquisa, 5% compartilham ou comentam nas mídias sociais, 15% cria algum tipo de conteúdo e 60% apenas pesquisam na Internet sobre um assunto de seu interesse. Estes dados dizem respeito às categorias de interesse citadas acima. No entanto, outro dado importante é que destes 60%, 10% gostaria de se envolver mais nas mídias sociais, ou seja, produzir mais conteúdo e 10%não tem nenhum interesse em participar mais.
Quem produz e quem consome
Dentro da amostra da pesquisa, constatou-se que:
  • Mulheres entre os 18 e 14 são as que mais interagem na web. Criando ou comentando conteúdos;
  • Homens entre 18 e 34 são a maioria no grupo de coletores de informação;
  • Homens da classe CDE, entre 18 e 34 anos formam o maior percentual de “joiners”, ou seja, que aderem às ações nas mídias sociais;
  • A faixa etária dos 45 anos ou mais, de ambos os sexos, são o maior grupo de consumidores de informação na Internet.
Atendimento
Algumas áreas demandam foco no atendimento, pois possuem produtos de alto valor ou que demandam mais informações. De acordo com a pesquisa, as áreas que demandam mais atenção com o cliente são: Finanças pessoais (23%), eletrodomésticos (23%), medicamentos (18%), cosméticos (18%) e automóveis e acessórios (16%). Olha a dica para quem precisa investir em mais conteúdo.
Experiências
Áreas que trabalham com o boca-a-boca tendem a se favorecer de ações relacionadas às experiências de consumo de serviços ou produtos. De acordo com os dados, as áreas de viagens (18%), restaurantes (15%), comida (15%), livros (13%) e galerias e museus (11%) levariam vantagem neste tipo de ação.
O que os internautas fazem na Internet
Pesquisar é palavra-chave de quem usa a Internet. Todas as principais atividades realizadas online têm relação com as buscas, pois:
  • > 81% usa a Internet para pesquisar preços;
  • > 74% pesquisa por imagens, modelos e opções de itens ou produtos;
  • > 68% pesquisa características como desempenho e tamanho de produtos;
  • > 67% pesquisa onde é possível comprar o que desejam;
  • > 64% pesquisa lançamentos.
Conclusões
Depois desta chuva de dados e informações, o relatório sobre o Perfil do brasileiro nas mídias sociais aponta para o uso cada vez maior de ferramentas 2.0 para relacionamento entre marcas e pessoas. O brasileiro já está inserido nestas ferramentas e quer que as empresas participem e interajam por meio destes canais.
Empresas que adotarem e manterem relações de troca, não apenas uma comunicação de mão única com seus clientes obterão vantagens competitivas. O índice de brasileiros nas redes sociais é um dos mais elevados do mundo, só este dado já sinaliza para onde as empresas devem apontar seus esforços.
No entanto, a postura empresarial de broadcaster não será fácil de alterar. Empresas com vários anos de mercado, com gestores despreparados para esta troca certamente ainda demorarão a se adaptar.  Entretanto, os tempos são outros, os consumidores estão mudando e a postura hostil e autoritária de empresas do século XX será um dos principais elementos de seleção natural. Ouvir seu consumidor – onde ele estiver – e aprender com os erros serão pontos cruciais, em breve.
@Importante: Como conseguir o que você precisa usando e-mails

Obs.: Baseado em artigo de Guy Kawasaki.
 e-mails podem ser uma ferramenta poderosíssima, Tome certos cuidados na hora de usá-la e ótimos resultados virão.

1.    Elabore o título do e-mail: Pessoas recebem muitos e-mails, escolha suas palavras no título para seu e-mail ser lido. Ex.: Quando mandei um e-mail pra Guy Kawasaki, escrevi “Your ideas really work!” no título e ele me respondeu. O cara é um guru, gosta de dar pitacos – falar que as ideias dele funcionam é um boa forma de chamar sua atenção.
2.      Não mande a mesma mensagem para milhares de pessoas: Todos gostam de atenção, se eu vejo que sua mensagem não foi feita especialmente pra mim, por que eu responderei? No máximo, escreva um modelo de e-mail com [Nome da pessoa] e [Nome da empresa] e substitua os nomes e mande pessoalmente.
3.    Seja direto quando for pedir alguma coisa: Se for alguém que você não conhece, se apresente em 1 ou 2 frases e peça o que você quer. Escrever sua história de vida raramente emocionará seu leitor.
4.      Não faça perguntas impossíveis: Perguntar “O que você acha da crise?” ou “Como está a economia do Brasil?” mostra que você teve preguiça de pesquisar. Perguntas como “Você poderia me passar o contato de Fulano?” ou “Podemos nos reunir para discutir esse assunto?” tem uma chance de sucesso muito maior. Seja específico no que você quer.
5.    Evite usar anexos de primeira: O leitor não te conhece, já abriu sua mensagem e leu seu e-mail, você ainda quer que ele gaste tempo abrindo um anexo?
6.      Peça permissão quando necessário: Se você precisar perguntar algo impossível ou mandar algum anexo, é mais recomendável você fazer um primeiro contato se apresentando e pedindo permissão para mandar o que precisar. Para marcar reuniões, eu ligo pro cliente e só quando ele já sabe do que se trata eu mando uma proposta em anexo.
7.    Mantenha o texto da mensagem anterior: Imagina que você recebe um e-mail escrito “Tudo bem, confirmado então.” mas você não lembra o que tinha escrito para essa pessoa. Isso seria, no mínimo, desconfortável.
8.      Tenha uma boa assinatura: A assinatura ajuda a pessoa a saber quem é você e como te encontrar. Não precisa escrever seu currículo na assinatura, o contato e algo que identifique onde você trabalha já resolvem.
Basicamente essas são as técnicas que nos usamos. E vocês, como fazem para mandar bons e-mails?

Millor Machado (por e-mails mais eficientes)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Poder do sorriso

Todo mundo vive com o objetivo de “ser feliz”, cada um de nós te gatilhos que disparam a fazer sexo, meditar, andar na chuva, apreciar as flores, passear com seu cachorro, tomar um vinho, etc., sendo a manifestação que valida esta felicidade “o Sorriso”, talvez uma das mais bonitas expressões do ser humano. Durante nossa existência fomos moldados para nos tornarmos adultos, e para tanto tratar as coisas com seriedade, formalidade e educação. Brincar muito sempre foi um sinal de infantilidade, falta de compromisso, enfim, uma postura não politicamente correta para este “ser adulto”. Particularmente acho tudo isto um B.S. (bullshit) como diriam os americanos. No passado cheguei até ter esta visão, mas maturidade me fez mudar. E a visão das outras pessoas? Será que esta mudando também? Vejo as novas gerações um pouco menos formais, mas honestamente não tenho certeza. Mas porque uma pessoa mais risonha deveria ter menos competência ou profissionalismo do que alguém mais sério?

Vamos parar com isso e Sorrir! Pois sorrir faz bem! Quem de nós já não se emocionou ou riu com uma gargalhada de um bebê? Pura manifestação de felicidade! Como você reage quando atendido por alguém que sorri? Tudo fica mais fácil, não? Você já percebeu que quando está com verdadeiros amigos o sorriso é uma constante? Quantas vezes você já chorou de tanto rir? Vamos sorrir! Pois sorri faz bem para você e para quem está ao seu lado. O sorriso deveria ser uma atitude natural e constante em todos nós – ao acordar e se olhar ao espelho, sorrir, escovar os dentes, dar bom dia a sua companheira, sorrir, encontrar os colegas de trabalho, sorrir, resolver os problemas dos dia a dia, sorrir, enfim, contagiar todos com a felicidade que o sorriso traz.
Abaixo a ditadura do mau humor e meu melhor sorriso para você!
Se alguém está tão cansado que não possa lhe dar um sorriso, deixa-lhe o seu. Provérbio Chinês.

(quero compartilhar com todos vocês o artigo do editor Walter Tommasi da revista freetimemagazine.com.br, pois achei muito interessante)