sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Poder do sorriso

Todo mundo vive com o objetivo de “ser feliz”, cada um de nós te gatilhos que disparam a fazer sexo, meditar, andar na chuva, apreciar as flores, passear com seu cachorro, tomar um vinho, etc., sendo a manifestação que valida esta felicidade “o Sorriso”, talvez uma das mais bonitas expressões do ser humano. Durante nossa existência fomos moldados para nos tornarmos adultos, e para tanto tratar as coisas com seriedade, formalidade e educação. Brincar muito sempre foi um sinal de infantilidade, falta de compromisso, enfim, uma postura não politicamente correta para este “ser adulto”. Particularmente acho tudo isto um B.S. (bullshit) como diriam os americanos. No passado cheguei até ter esta visão, mas maturidade me fez mudar. E a visão das outras pessoas? Será que esta mudando também? Vejo as novas gerações um pouco menos formais, mas honestamente não tenho certeza. Mas porque uma pessoa mais risonha deveria ter menos competência ou profissionalismo do que alguém mais sério?

Vamos parar com isso e Sorrir! Pois sorrir faz bem! Quem de nós já não se emocionou ou riu com uma gargalhada de um bebê? Pura manifestação de felicidade! Como você reage quando atendido por alguém que sorri? Tudo fica mais fácil, não? Você já percebeu que quando está com verdadeiros amigos o sorriso é uma constante? Quantas vezes você já chorou de tanto rir? Vamos sorrir! Pois sorri faz bem para você e para quem está ao seu lado. O sorriso deveria ser uma atitude natural e constante em todos nós – ao acordar e se olhar ao espelho, sorrir, escovar os dentes, dar bom dia a sua companheira, sorrir, encontrar os colegas de trabalho, sorrir, resolver os problemas dos dia a dia, sorrir, enfim, contagiar todos com a felicidade que o sorriso traz.
Abaixo a ditadura do mau humor e meu melhor sorriso para você!
Se alguém está tão cansado que não possa lhe dar um sorriso, deixa-lhe o seu. Provérbio Chinês.

(quero compartilhar com todos vocês o artigo do editor Walter Tommasi da revista freetimemagazine.com.br, pois achei muito interessante) 

sábado, 8 de janeiro de 2011

Honda treinou mais de 66 mil motociclistas no Brasil em 2010

Focado em pilotagem segura, treinamento gratuito foi ministrado em parceria com a rede de concessionárias da marca.
Trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda leva mais segurança a milhares de motociclistas anualmente

Em 2010, os Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH), localizados em Indaiatuba (SP) e Recife (PE), e os Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC), distribuídos por todo o País, treinaram mais de 66 mil motociclistas, superando o número obtido em 2009, quando mais de 50 mil pessoas tiveram acesso aos cursos de pilotagem com segurança ministrados pela Honda. Desde 1998 já foram treinadas pela Honda e sua rede de concessionárias mais de 240.000 pessoas. 

Veja também: Saiba mais sobre o projeto Harmonia no Trânsito

Os treinamentos foram oferecidos a profissionais de órgãos públicos e frotistas como: policia militar, bombeiro, exército, guardas municipais, AmBev, Schincariol, Coca-cola e membros da sociedade em geral. Além disso, os CETH’s oferecem cursos voltados especificamente à formação de novos instrutores da rede de concessionárias que após a conclusão do módulo são responsáveis pela difusão dos conhecimentos aos motociclistas de sua região.

Os cursos têm como objetivo aprimorar a habilidade de pilotagem dos motociclistas, para que eles possam enfrentar com desenvoltura diversas situações que ocorrem em seu dia a dia. Também é abordada a importância dos equipamentos de segurança, tanto para profissionais que utilizam a motocicleta em sua rotina de trabalho diária quanto para os cidadãos que fazem uso do veículo em seu dia a dia, para locomoção. 
Treinamentos são divididos em teoria e prática

Os treinamentos promovidos pelos CETH’s em 2010 aconteceram não apenas nas dependências das unidades: foram levados para mais perto dos motociclistas, com o oferecimento de palestras em empresas, cursos itinerantes e eventos como a Ação Moto Legal, realizada no mês de agosto em São Bernardo do Campo, e aos motociclistas profissionais participantes da 13ª edição do Moto Check-Up (evento promovido pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). 

Os treinamentos ministrados são divididos em duas partes: teoria e prática. Na primeira, são abordados temas como características e comandos da motocicleta, inspeção preventiva, equipamentos de proteção, postura básica, estratégias de condução e pilotagem no trânsito, entre outros. Na segunda, são aplicados exercícios em pista utilizando as técnicas ensinadas em sala de aula, como as técnicas de frenagens e curvas. 

Dedicação contínua 
A Honda tem, como filosofia global, não apenas oferecer produtos de qualidade e tecnologia a seus consumidores, mas também proporcionar a eles condições de usufruí-los com segurança. Por isso, desenvolve em todo o mundo iniciativas voltadas à promoção de um trânsito mais harmonioso para todos, motoristas, motociclistas e pedestres. 
No Brasil, a empresa promove o programa "Harmonia no Trânsito", que envolve todas as áreas da companhia na discussão e execução de projetos que visem à melhoria do trânsito, a partir da educação. 


Entre as atividades realizadas estão o Clubinho Honda, que tem como objetivo a educação infantil; o site Piloto Mais, que oferece dicas de pilotagem a motociclistas; os quadrinhos "O Super Motociclista", que acompanham os manuais dos proprietários de motocicletas Honda; o trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH) e nos 70 Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC) distribuídos por todo o País, além do apoio a diversas ações de órgãos e entidades de classe, como a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Prefeituras de vários municípios.
Redação MotoX.com.br - Fotos: Divulgação

domingo, 5 de dezembro de 2010

Honda anuncia pilotos oficiais no Mundial de Motocross 2011

A Honda apresentou neste sábado, 3, seu time oficial para a disputa do Mundial de Motocross 2011. A Honda Motor Europe anunciou um acordo de três anos com a italiana Martin Racing, que foi a principal representante da marca nos últimos anos, e como time oficial recebe o novo nome de "Honda World Motocross".


Segundo o release divulgado pela fábrica os laços com a matriz serão fortalecidos incluindo extensivos testes pré-temporada no Japão e também na Europa. A Honda concentra seus esforços na MX1 onde além da equipe oficial proverá suporte ao time belga LS Honda.

Paolo Martin, último da direta para esquerda


O russo Evgeny Bobrishev já está familiarizado com a Honda, estreou no campeonato em 2010 pilotando pela equipe inglesa CAS Honda e foi uma das surpresas da temporada, disputando vários pódios e com o melhor resultado sendo um segundo lugar na Letônia. Já o português Rui Gonçalves vem da KTM, onde conquistou o vice-campeonato da MX2 em 2009 e depois de um início complicado em 2010, em razão de uma fratura, marcou também um segundo lugar no GP da Bélgica. O piloto é conhecido por sua velocidade na areia.

Rui Gonçalves e Evgeny Bobrishev


Abaixo os comentários dos pilotos distribuidos no anúncio oficial.



Rui Gonçalves: "A Honda me ofereceu uma boa oportunidade e estou muito animado para 2011. A nova moto tem uma boa base e estamos procurando desenvolvê-la para meu estilo de pilotagem durante a pré-temporada. Eles são muito profissionais e motivados e realmente me sinto em casa e confiante que teremos sucesso juntos".



Evgeny Bobrishev: "Estou muito otimista por continuar na Honda e pilotar pela equipe oficial ano que vem. A Honda é minha moto, me sinto bem com ela. Pilotar para a fábrica será uma experiência nova. Também é um time novo para mim, mas já conheço a maioria do pessoal."

Redação MotoX.com.br - Lucídio Arruda - Fotos: Divulgação

"Fiquei muito feliz em saber que meu amigo Paolo Martin (Dono da grande equipe Italiana Martin Racing) fechou mais essa grande parceria, conheço Paolo desde 1990 quando iniciamos vários trabalhos em parceria de suporte técnico no desenvolvimento das minhas motocicletas de competição junto a Prolink. Longa história de amizade e parceria, ele merece mais que isso devido a pessoa que é, e principalmente a condição de proporcionar vitórias".

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

"Qual o verdadeiro significado dos seus sonhos se você não realiza-los"

A Honda sempre surpreendendo, esse foi o vídeo de abertura da convenção da Honda 2010.
E a mensagem final, é essa do título, di mais!

   

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Oportunidade: Como Vender Valor... Não Preço

Como líder, sua visão é clara, vender Valor significa não dar descontos desnecessários e evitar prejuízos que acontecem diariamente com vendedores despreparados.
Então você líder tem um desafio a fazer que é capacitar a sua equipe, desenvolver novos líderes que tenha essa mesma visão, e para que isso aconteça se faz necessário algumas mudanças, principalmente quando se trata de como vender valor.... não preço.
A maior dificuldade de qualquer vendedor é conseguir suportar a pressão dos compradores por um preço mais baixo. Parece que sempre nossos concorrentes possuem um produto melhor, uma entrega mais rápida ou quando os produtos são parecidos, invariavelmente o nosso preço é o mais alto.
Eis que surgem diversas perguntas, mas, a ansiedade e o medo muitas vezes tomam conta do vendedor e no desespero ele acaba dando desconto demais ou vende o produto mais barato para o cliente.
Este temor só existe na cabeça dos vendedores e é resultado da ação de compradores experientes e preparados para extrair o máximo de descontos e concessões dos vendedores. E ai, “A sua equipe consegue vender Valor e não Preço”?
Segue abaixo algumas dicas do Como Vender Valor... Não Preço, sua equipe vai aprender a enfrentar esta situação e conseguir pedidos lucrativos.

Monte um tripé do Valor - Empresa, Produto e Vendedor;
O cliente está disposto a pagar mais se estiver convencido do valor;
Provar que sua solução vale mais do que as dos concorrentes;
Não deixar seu produto ou serviço ser transformado em commodity e aprender a sair do leilão de preço;
Convencer que Custo é diferente de Valor;
Influenciar e persuadir qualquer tipo de cliente;
Contornar as objeções, principalmente as que envolvem preços;
Suportar a pressão e o stress;
Enfrentar concorrentes desleais;
Vender mais e preservar as margens.

Enfim, vender é uma arte, e vender menos, mas com qualidade é mais valioso!
Boas vendas e vendas boas!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Desafio: Como lidar com a insatisfação do cliente?

            Saber lidar com a insatisfação do seu cliente pode ser uma ótima oportunidade de fidelizá-lo.
Existem dois tipos de empresas: as que treinam seus colaboradores para detectar a insatisfação do cliente e aquelas que os preparam para lidar com essa situação.  Sua empresa faz parte de qual grupo? Pense bem antes de responder, pois a segunda opção parece fácil na teoria, mas é extremamente complexa na prática. Parece óbvio dizer para investir em treinamento e na autonomia do pessoal de "linha de frente". Jan Carlzon, em seu excelente livro "A Hora da Verdade", já defendia essa tese há anos.
Mas a verdade é que as pessoas se tornam especialistas em somente detectar "palavras-chave" que indicam insatisfação como: "erro", "inaceitável", "incompetente", "decepção", "furioso", "reclamação" ou frases de alerta como: "Estou muito bravo", "Eu exijo uma explicação", Quero um pedido formal de desculpas", "É uma falta de respeito", "O erro foi seu", "Vou processar", etc.
Será que é tão difícil imaginar que, por trás dessas palavras, "provavelmente" deve haver um problema? E não adianta pensar: "Minha empresa não precisa disso". Bem, você até pode ter um alto índice de satisfação e recompra, mas o trabalho deve ser contínuo.
Lembre-se que se o cliente está reclamando é porque acredita que você tem potencial para resolver o problema. Se ele não acreditasse, simplesmente não voltaria a comprar.
A Disney é um case incrível de como lidar com a insatisfação do cliente. Após uma pesquisa para saber o porquê das pessoas deixarem de comprar um produto ou serviço, eles chegaram a seguinte conclusão: 

1% Por motivo de falecimento 
2% São influenciados por amigos
3% Mudam de endereço
3% Por outros motivos
9% (APENAS!) São atraídos pela concorrência
14% Insatisfeitos com o produto

68% Pela atitude de indiferença por parte de um funcionário
Portanto, repense (principalmente o pessoal do Departamento de Vendas) quando disser que seu share de mercado encolheu porque a concorrência "roubou" seus clientes. Vale a pena fazer uma auto análise com os "pés no chão" para conhecer as reais razões e (mais importante) resolver a insatisfação dos seus consumidores. A "chave" pode (e vai) estar no fator humano.
A Disney investe muito em treinamento e na alegria dos seus colaboradores. Pode parecer piegas, mas ela acredita realmente que "colaboradoras felizes farão clientes felizes".  Bem, não é à toa que 70% das pessoas que visitam a Disney retornam.  E não pense que reclamações de clientes só têm o lado ruim. De acordo com Philip Kotler, "dos clientes que reclamam, entre 54% e 70% voltarão a fazer negócios com a empresa se seu problema for resolvido. O percentual chega a incríveis 95% se forem atendidos rapidamente." Que excelente oportunidade de fidelização, não?!
Com base nisso, seguem 5 dicas de como lidar com a insatisfação de um cliente:

1.Reconheça: Uma empresa que reconhece que tem coisas erradas e trata do problema de maneira eficaz pode, muitas vezes, transformar a decepção em lealdade. Reconhecendo o problema você demonstra que realmente se preocupa, e muitos vão responder positivamente. Aliás, esse é um bom momento para medir a verdadeira força de seus relacionamentos com clientes.

2. Dê poder à linha de frente: Raramente encontramos a palavra "empowerment" implementada na sua totalidade. Ainda mais em empresas brasileiras, onde a hierarquia, o paternalismo e os chefes (ao invés de líderes) ainda dominam o ambiente corporativo.  Entretanto, quando bem utilizado, nada é mais capaz de resolver uma situação difícil do que ter a solução no primeiro ponto de contato do cliente. Responda a pergunta abaixo e saiba o quanto sua empresa aposta na autonomia e poder do pessoal de linha de frente: Quanto eles poderiam gastar ou autorizar, sem a validação prévia da gerência?
Saiba que a cadeia de hotéis de luxo Ritz-Carlton autoriza seus funcionários a gastar até 2 mil dólares para resolver o problema de um cliente ou lidar com uma reclamação sem precisar da permissão de um gerente. ISSO é empowerment!
3. Ouça e prepare seus colaboradores: Quais são as coisas que normalmente decepcionam seus clientes? 

Por que não pesquisar entre seus colaboradores e identificar problemas típicos ou regulares, e, em seguida, desenvolver idéias e soluções para resolvê-los? 
Quem sabe aproveite a ocasião e crie incentivos, premiações e reconhecimento. Depois de levantar as melhores contribuições, treine-os, implante processos e sistemas para lidar com a decepção.

4. Encare o problema (são as oportunidades) de frente: As organizações bem sucedidas "olham" para a insatisfação. Elas não esperam pelas reclamações, mas saem e vai encontrá-las! Talvez essas empresas tenham mais insatisfações do que outras, pois estão sempre perguntando por elas. Hoje em dia, com o alcance das redes sociais, por exemplo, é melhor que o cliente reclame direto com você. De outra forma, o estrago pode (e vai) ser muito maior.  Pode parecer estranho, mas quanto mais fácil você torna o processo de reclamações, mais passa a imagem que está apta e disposta a resolver.
5. Apenas lide com ela: Então vá em frente, você sabe que isso faz sentido e é parte dos negócios. Insatisfação? Aprenda a olhar e lidar com ela! Você pode se surpreender com os (bons) resultados!
Você pode se surpreender com os (bons) resultados!

Para pensar: "Sempre é mais valioso ter o respeito, que a admiração das pessoas." Jean-Jacques Rousseau

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Desafio: Lidere a si mesmo, antes de pretender liderar os outros

Para pensar: "O líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Deve inspirar pelo exemplo, não apenas pelo discurso" Colunista César Souza

Lembra quando você está angustiado por que não consegue integrar os membros da sua equipe e alcançar os resultados desejados? Ou quando não consegue obter de outro departamento o que ficou combinado e sua área está prejudicada?  Quando seu filho parece andar fazendo tudo para lhe contrariar? E, ainda por cima, você não está conseguindo equilibrar sua vida profissional com a tão sonhada qualidade de vida?
O que está em questão é a sua competência como líder. Mas quando se pensa em Liderança, a maioria da literatura e dos programas de treinamento parte do princípio que temos de nos capacitar para liderar os outros!  Ensina-se a como comandar os outros, como motivá-los, como ser um chefe melhor, como se relacionar melhor com pessoas difíceis, com os filhos, etc. Sempre os outros, como se o foco da liderança residisse nos liderados.
Nada de errado em tentar liderar melhor os outros. O problema é que técnicas e receitas de liderança não surtirão o efeito desejado se você não adquirir uma competência fundamental para o seu sucesso como líder: antes de pretender liderar os outros, aprender a liderar a você mesmo.
Importante que você adquira a atitude de liderar-se. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Mas isso só será possível se você tiver uma elevada dose de auto-conhecimento.
Por exemplo, se você se conhece bem e já sabe que é do tipo executor, que não planeja muito as ações e de certa forma atropela as circunstâncias no afã de realizar os resultados que deseja nada melhor que ter em sua equipe uma ou duas pessoas que sejam mais do tipo planejadoras e contrabalance essa sua característica pessoal. Mas, se, pelo contrário, você for um líder que prima mais pelo planejamento detalhado e não está conseguindo realizar as metas que são esperadas de sua equipe, contrate pessoas mais realizadoras, do tipo artilheiro, aquelas que fazem gols e garantem os resultados do time, mesmo que não seja tão qualificado como você gostaria.
O líder precisa aprender a liderar a si próprio também no que diz respeito a suas emoções. Isso se revela com clareza na hora de dar feedback a membros de sua equipe ou a familiares. Se você tem o chamado pavio curto e explode com facilidade quando algo não está indo de acordo com o que deseja, importante ter consciência disso e se disciplinar para avaliar desempenho dos outros ou para tentar ajustar o comportamento dos seus liderados, em vez de simplesmente dizer tudo que vem a cabeça e destruir a auto-estima dos que o cercam. Aprenda a reconhecer o que outros fazem de correto, valorize suas pequenas vitórias, use o seu ímpeto e arroubos emocionais mais nos momentos de feddback positivo, quando couber.
Liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. A disciplina 1.0 da Liderança deveria ser: Antes de Liderar os outros, aprenda a liderar a si mesmo. Mas isso não se ensina apenas em escolas. Atitudes, posturas o entusiasmo, à vontade e a determinação são condições necessárias, mas, não suficientes para o êxito, para o sucesso.
É imprescindível para uma vitória, realmente, liderar a si mesmo. Arrumar as ações, ordenar melhor o seu proceder e implementar um método adequado a cada momento e a cada situação são providências indicadas para transformar uma idéia numa realidade melhor.
Autoliderança, portanto, deve despertar em si mesmo a vontade de fazer e fazer bem. Sentir-se obrigado a ser feliz. Compreender o momento e a oportunidade que possam garantir o bom resultado.

Motivação: Sucesso e Auto-Estima
No mundo competitivo de hoje, ninguém pode vencer com baixa auto-estima.
É preciso acreditar em si próprio e na sua capacidade de enfrentar desafios e vencer.
É preciso saber que todos merecem o sucesso e podemos conseguir chegar onde quisermos desde que trabalhemos para isso, lutemos para isso com inteligência e vontade.

Anexo consta o texto na integra.

Fonte: Luis Marins