terça-feira, 16 de março de 2010

Treinamento: compromisso para o ano todo


Como todos sabem, sou atleta. Parei de correr faz algum tempo, mas uma vez apaixonado por algum esporte, a gente nunca passar a ser “ex-atleta”. Leva o esporte para toda a vida! Hoje, quero falar sobre determinação e compromisso! Como ir à academia toda manhã, mesmo quando bate aquela preguiça? Como caminhar 40 minutos depois de um dia inteiro de trabalho? Como colocar na nossa atribulada agenda, o compromisso de pedalar meia hora, dançar ou nadar para manter a forma? Vou falar da minha experiência pessoal.

Para desenvolver um programa de treinamento, visando um esforço competitivo sério, eu dividia o ano em três partes: pós temporada para a recuperação e manutenção da forma geral; pré temporada, onde se constrói o condicionamento físico e mental e da perícia técnica; e a temporada, quando o piloto está em plena forma, pronto para competir. Isso tudo se aplicava para os treinamentos físicos, pilotagem e nutrição.
Optei em fazer um resumo dos treinamentos que eu realizava quando piloto profissional e preferi não especificar os treinamentos para a leitura não ficar cansativa e específica.
Meu programa de treinamentos incluía treinos de força, resistência e flexibilidade, pilotagem e alimentação adequada, além da intensidade, quantidade, duração de cada exercício, passando pela variedade e regularidade dos exercícios,
Quanto a pilotagem, também se aplicava regras dentro de cada fase das temporadas: como pilotar, quantidade, intensidade...
A intensidade dos meus treinamentos era de extrema importância, pois era um fator determinante no progresso físico. Outro benefício que o treino traz é aprender a lidar com o desconforto físico. Durante períodos intensos de treinos eu sentia o mesmo desconforto físico de uma corrida. Nos últimos minutos de uma bateria, por já ter vivenciado o desconforto nos treinos, eu dobrava meus esforços por saber que era temporário.

Fazia isso, ao contrário de outros pilotos menos treinados que, frequentemente, sofrem uma espécie de curto-circuito mental devido o desconforto e ai desistem. Quando eu sentia dor durante uma corrida -- mesmo estando no auge da minha forma física -- e os outros ainda conseguiam ser mais rápidos do que eu, eu pensava: “Se está doendo em mim, os outros só podem estar sentindo isso, em dobro. Com toda certeza, em poucos minutos, eles vão cair de costas”.
As baterias eram disputadas em dois tempos de 40 minutos + duas voltas, além dos treinos oficiais do sábado, que duravam três horas, divididos em três tempos de uma hora cada.
Para minha atividade profissional, a maior prioridade eram os treinamentos de pilotagem. Porém, tudo dependia das circunstancias (condições do tempo). Os elementos que compunham um programa bem sucedido de treinamento são de importância relativamente equivalente ao tempo disponível. No meu caso, não tinha choro, sol ou chuva: seguia minha agenda diária, acontecesse o que acontecesse!
A hierarquia era a seguinte: pilotagem, resistência cardiovascular, treinos de força e flexibilidade.
Mas minha agenda, como segue abaixo, não era uma algema. Eu tinha em minha mente que uma preparação sensível e regular é a chave do sucesso. Ao longo do tempo, passei a me conhecer e saber as minhas necessidades de treinamento para ser bem sucedido.
Assim, fui cinco vezes campeão de motocrros. Hoje, mesmo não disputando as corridas que me levaram ao pódio, sei que preciso de exercícios físicos para manter o pique, para realizar minhas tarefas diárias, para ser mais feliz, enfim!
Como empresário, meu desafio é o mesmo que o seu: tempo para cada coisa. Mas, aprendi que é possível ter tempo para tudo. Se você leva a sério compromissos marcados com os outros, vai aprender também a ter compromissos com você mesmo. Se levantou sem pique hoje, não desista! Seja qual for o seu tipo de treino, cumpra-o! Assuma este compromisso de ser mais saudável. De ser mais feliz!






Agenda de Treinamento Fora de Temporada
Segunda-feira
• Período da manhã
Trabalho com pesos (musculação)
Terça-feira
• Período da manhã
Atividades esportivas. Exemplo: futebol, tênis ou corrida a pé, em intensidade moderada
• Período da tarde
Pilotagem: 2 baterias de 45 minutos cada
Quarta-feira
• Período da manhã
Trabalho com pesos (musculação)
• Período da tarde
Corrida longa a pé: 60 minutos
Quinta-feira
• Período da manhã
Atividades esportivas. Exemplo: Futebol ou tênis ou corrida a pé, em intensidade moderada
• Período da tarde
Pilotagem: 2 baterias de 45 minutos cada
Sexta-feira
• Período da manhã
Trabalho com pesos (musculação)
Sábado
Corrida longa a pé: 60 minutos
Domingo
Pilotagem em trilhas ou competição local



Agenda de Treinamento para a Pré Temporada

Segunda-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
2h de Montain Bike após a corrida à pé (Ciclismo)
Treinos direcionados. Exemplo: subir escadas; entre outros.
• Período da tarde
Trabalho com pesos (musculação)
Natação (1 hora de treinos direcionados)
Terça-feira
• Período da manhã
50 minutos de corrida a pé
Treino intervalado
• Período da tarde
Pilotagem: 3 baterias de 50 minutos cada
Natação (1 hora de treinos direcionados)
Quarta-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
Trabalho com pesos (musculação)
• Período da tarde
Pilotagem: 3 baterias de 50 minutos cada
Quinta-feira
• Período da manhã
Treino intervalado
• Período da tarde
Pilotagem: 3 baterias de 50 minutos cada
Natação (1 hora de treinos direcionados)
Sexta-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
2h de Montain Bike (Ciclismo)
• Período da tarde
Trabalho com pesos (musculação)
Natação (1 hora de treinos direcionados)
Sábado
Corrida longa a pé: 90 minutos
1h30 de Montain Bike, após corrida a pé (Ciclismo)
Domingo
Competição local da categoria


Agenda de Treinamento para a Temporada
Segunda-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé ou ciclismo
• Período da tarde
Trabalho com pesos (musculação)
Terça-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
Trabalho com pesos (musculação)
• Período da tarde
Pilotagem: 1 bateria de 30 minutos mais 2 baterias de 50 minutos cada
Quarta-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
Trabalho com pesos (musculação)
• Período da tarde
Pilotagem: 1 bateria de 30 minutos mais 2 baterias de 50 minutos cada
Quinta-feira
• Período da manhã
60 minutos de corrida a pé
• Período da tarde
Pilotagem: 1 bateria de 30 minutos mais 2 baterias de 50 minutos cada
Sexta-feira
Viajar para competir
Treino aeróbico para circulação (corrida leve por 40 minutos)
Sábado
Corrida longa a pé ou ciclismo para circulação
Treinos oficiais da competição (pilotagem)
Domingo
Competição Nacional


Dicas e Curiosidades:
Evolução dos Treinamentos: Como tudo na vida tem uma evolução natural, hoje em dia os treinamentos são totalmente direcionados e muito balanceados para cada tipo de atividade esportiva que uma pessoa pratica. Na minha época, por exemplo, fazia alguns treinamentos interessantes que julgava ser bons: rachar lenha durante uma hora e treinar com uma britadeira por mais uma hora, acredite se quiser, era uma prática comum do piloto Nivanor Bernardes, o Touro do Paraná, um dos maiores ícones do motociclismo nacional. Ele fazia isso e muito mais. Para quem quiser saber uma pouco sobre Nivanor Bernardes, acesse http://www.motosclassicas70.com.br/nivanor_bernardi.htm

Treinos Intervalados: São treinos velozes de curta distância. As sessões eram de 10 a 70 segundos e duravam 45 minutos com descansos curtos e poderia ser feito de várias maneiras, tipo: corridas, bicicletas estacionárias, subidas, piscina (natação), escadarias ou eu fazia combinações tipo ciclismo e natação; entre outros. Hoje eu trocaria tudo isso por uma boa aula de Spinning.

Nutrição: Uma nutrição adequada é essencial a uma preparação adequada para as competições. Se eu tomava um grande cuidado com o combustível que usava em minha moto, precisava fazer isso comigo também, pois ‘funcionamos’ da mesma forma! Se colocava um combustível ruim dentro da minha moto, ela não teria uma performance adequada ou até mesmo poderia fundir o motor. Nosso corpo é similar: uma combinação perfeita de nutrientes (alimentação adequada) não garante vitórias, mas garante que no começo de cada treino ou corrida, você terá o combustível adequado para produção de energia e funcionamento do organismo.

IMPORTANTE: Uma agenda de treinamento deve ser elaborada e acompanhada por um profissional credenciado da área (professor(a) de Educação física). Antes de iniciar qualquer atividade física, procure um médico. Essa agenda foi desenvolvida especificamente para mim e não se aplica a outras pessoas.

Por Nuno Narezzi

terça-feira, 9 de março de 2010

Mais mulheres têm carreiras "masculinas"

Nos últimos 30 anos, cresceu a presença de mulheres em funções consideradas masculinas, mas o inverso não ocorreu
Desigualdade salarial entre os gêneros diminuiu no mesmo período, mas homens ainda têm rendimentos mais altos
Nos últimos 30 anos, as mulheres aumentaram sua presença em ocupações tradicionalmente masculinas. O inverso, no entanto, não ocorreu, e profissões que sempre foram consideradas femininas permanecem com baixos percentuais de homens atuando.
A constatação é da pesquisadora Regina Madalozzo, do Insper, que comparou na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE) o percentual de mulheres em 21 ocupações entre 1978 e 2008.
No final da década de 70, menos de um quinto dos advogados e médicos eram mulheres. Hoje, elas são quase metade dos profissionais dessas áreas.
Algumas carreiras seguem altamente masculinas, mas, mesmo nelas, é possível identificar aumento da participação feminina. Entre engenheiros, por exemplo, a proporção foi de 5% para 11%. Entre policiais e detetives, de 2% para 13%.
Se elas demonstram vontade e capacidade de atuar em ocupações onde eram minoria, o mesmo não se pode dizer dos homens em relação a áreas majoritariamente femininas.
Em 30 anos, houve pouca ou nenhuma alteração nos percentuais masculinos de enfermeiros, professores, profissionais de creche ou costureiros.
"Embora ganhando menos que os homens nas mesmas ocupações, as mulheres estão entrando em áreas tradicionalmente masculinas. Eles, no entanto, não aceitam, ou não são bem aceitos, em profissões dadas como femininas", afirma Regina Madalozzo.
Ela explica que o perfil mais feminino de algumas ocupações é explicado pela similaridade dessas funções com o trabalho doméstico. "As mulheres entraram no mercado em profissões relacionadas ao cuidado. Isso era entendido como extensão do que faziam em casa."

Salários

A desigualdade entre salários de homens e mulheres diminuiu no Brasil nos últimos 30 anos, mas o diferencial é, quase sempre, a favor dos homens.
Dados tabulados pela Folha a partir da Pnad de 2008 mostram que, de um total de 61 ocupações analisadas, em apenas seis o rendimento das mulheres por hora de trabalho superava o de homens.
Mesmo em profissões em que a participação masculina é inferior a 20%, o rendimento delas é, em média, menor.
Secretários do sexo feminino, por exemplo, representam apenas 7% do total, mas recebem por hora 32% a mais que mulheres na mesma profissão.
Nas poucas áreas em que as mulheres têm rendimentos maiores, Regina Madalozzo explica que, frequentemente, isso ocorre porque o nível de escolaridade delas é superior ao dos homens na mesma profissão.
Um exemplo disso pode ser constatado entre guardas e vigias, ocupação em que as mulheres são apenas 5% do total.
O rendimento médio por hora de trabalho delas é 10% superior ao de homens. Mais da metade (53%) dessas profissionais têm ao menos nível médio completo. Entre homens, esta proporção não passa de 31%.

Trabalho em casa ainda fica sob cuidado feminino

DA SUCURSAL DO RIO

Se resistem a ocupar postos de trabalho considerados femininos, homens apresentam ainda mais dificuldade em dividir afazeres domésticos.
A aversão masculina a tarefas como limpar a casa, cozinhar, lavar roupa ou cuidar dos filhos é verificada em todas as classes, como mostram os dados da Pnad, tabulados pela Folha.
Considerando apenas pessoas que estavam empregadas em 2008, mulheres dedicavam, em média, 18 horas semanais para essas tarefas. Os homens, apenas quatro horas semanais.
Entre trabalhadores de baixíssima instrução, a média de trabalho feminino é de 24 horas semanais. Para homens desse grupo, a média é de quatro horas. Mulheres com nível superior e renda acima de 20 gastam sete horas semanais. Já os homens dessa faixa, apenas três horas semanais.

Mudanças de papéis causam estranheza

DA SUCURSAL DO RIO

Quando começou a dirigir ônibus no Rio, há nove anos, Maria Aparecida Lemos, 40, reparou que alguns passageiros faziam sinal para que ela parasse, mas, ao vê-la, não subiam.
Ela se lembra especialmente de um desconfiado senhor que nunca aceitava entrar no veículo. Até que um dia, talvez distraído, subiu no ônibus e virou passageiro frequente.
Mulheres motoristas ainda são minoria -o crescimento de 1978 a 2008 foi de 0,2% para 1,4%-, mas a cena, aos poucos, vai se tornando mais comum.
Mesmo assim, chamam a atenção. Maria Machado, 33, companheira de sua xará na viação Real, conta que, no Carnaval passado, turistas pediram para tirar uma foto ao vê-la ao volante.
Na Real, mulheres são apenas 14 num universo de 850. Cláudio Callak, diretor da empresa, afirma que, se pudesse, contrataria mais. "Elas se envolvem menos em acidentes."
Homens que fazem o movimento oposto e ingressam em carreiras tradicionalmente femininas também contam história de estranhamento e, às vezes, preconceito.
Perseu Silva, 23, é o único professor homem na educação infantil da Escola Parque, no Rio. "O máximo que percebi foi um estranhamento por parte de alguns pais. Mas todos me acolheram bem."
Marcelo Bueno, 33, diretor da escola Estilo de Aprender, em São Paulo, também diz que não foi vítima de preconceito quando era professor na educação infantil. Talvez por isso sua escola tenha padrão raro: a maioria dos professores é homem. "Quando [os pais] percebem que o professor é capacitado, se tranquilizam", conta.

Postado por conteudo livre às 10:40

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Rio 2016... Uma oportunidade única - Parte II

Continuando nossa conversa sobre a questão do Brasil sediar as Olimpíadas em 2016, fiquei pensando nas várias e muitas possibilidades de mudança do nosso País e do nosso povo. Falei no artigo anterior, sobre a transformação de Barcelona que viveu o “antes” e o “depois” de um evento com as proporções de uma Olimpíada. Mas é claro que não são apenas as cidades que mudam: as pessoas também!

Um povo que sedia as Olimpíadas precisa ser educado, correto? Precisa saber recepcionar outros povos, por exemplo. Precisa ainda ser culturalmente mais preparado, talvez aprendendo um outro idioma ou procurando saber um pouco mais sobre a cultura dos povos que vai receber em seu país.

No esporte, vai adquirir informações que não têm preço. Quer ver? Que país é fera no pentatlo? Quais os esportes que foram incluídos na lista de “esportes olímpicos” no último ano? E por aí afora...

A questão é ampla e irrestrita porque alguns destes esportes podem acabar virando assunto de rodinhas, temas nas escolas ou cair no gosto popular. E dessa maneira, um esporte do qual não se tinha muita informação, pode tocar mais profundamente um cidadão brasileiro, despertar alguém para o esporte (até então pouco falado!) e criar uma paixão.

Esta pessoa pode ser um professor, repassar isso para seus alunos, despertar outras pessoas, fazer nascer um profissional. É uma reação em cadeia! E os benefícios, com certeza, não estão apenas no número de medalhas no futuro.

Estão, sobretudo, nos índices positivos dos Ministérios da Saúde, da Educação, da Cultura... Porque uma pessoa não precisa se transformar em um atleta ao ver saltos perfeitos, piruetas no ar, superação nas piscinas... Mas talvez desperte para coisas como caminhar toda manhã, controlar os quilinhos que estão sobrando, afastar os estresse ou conhecer um pouco mais sobre um país por conta do sucesso de um atleta.

Sim, uma Olimpíada pode mudar vidas! Pode mudar uma Nação. Eu acredito nisso! E você?

Por Nuno Narezzi



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quando as Vendas Caem, o que fazer?

• Promova reuniões motivadoras com toda a sua equipe, informe-a da importância de todos estarem unidos e perseverantes para que o desânimo não venha desestimular o dia a dia profissional.

• Sempre que possível, contrate algum palestrante que possa ministrar cursos rápidos e palestras nos quais toda a equipe possa interagir e renovar as energias.

• Invista com mais habilidade na mídia em geral (rádio, jornal, revista, internet e panfletagem); cuidado para não investir em propagandas que não tragam resultado satisfatório.

• Elabore promoções especiais e faça com que seu público-alvo fique sabendo.

• Fique mais perto da sua equipe. Nesse momento, eles precisam de uma atenção especial, querem sentir de você um ânimo espetacular para serem “contaminados” positivamente, atender melhor o cliente e voltar a vender mais e sempre.
 
7 Dicas para Você vender Mais por meio das fases da Venda

1. Prepare-se mentalmente antes de visitar o cliente e evite frustrações com as possíveis objeções.

2. Na abordagem, apresente-se com alegria e entusiasmo, pois isso cativa o cliente.

3. Faça perguntas abertas e descubra as necessidades do cliente.

4. Venda benefícios personalizados conforme as necessidades do cliente.

5. Ouça toda a objeção do cliente sem interromper e, depois, mostre seu ponto de vista.

6. Tenha uma atitude positiva e demonstre segurança na voz quando estiver fechando a venda.

7. Fique em contato com o cliente após a realização da venda, esse pode ser o seu diferencial competitivo.



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Nuno Narezzi e Prolink dá dicas de manutenção para pegar a estrada

Além de escolher o roteiro da viagem, o piloto precisa fazer a revisão da motocicleta e verificar se os equipamentos de segurança e vestuário estão em dia

Para se ter uma viagem segura, a revisão de itens básicos da motocicleta deve estar entre os preparativos. Com o objetivo de evitar eventuais inconvenientes, os profissionais da Moto Honda recomendam que, além de observar as informações indicadas no Manual do Proprietário, que o motociclista leve o veículo até uma das 738 concessionárias da rede para realizar um check-up e a manutenção dos itens necessários antes de percorrer longos trajetos.

Por meio do Serviço Expresso, em até uma hora, os técnicos da oficina checam gratuitamente o funcionamento de 21 itens como cabos de embreagem e de freio, folga de manetes, desgaste e pressão dos pneus, regulagem da corrente de transmissão, além de vazamentos e do nível do óleo do motor, lâmpadas e o sistema elétrico da motocicleta. A rede de concessionárias Honda conta com profissionais treinados e possui estoque de peças genuínas para atender às necessidades e anseios dos exigentes clientes Honda.

Para conveniência e agilidade no atendimento é recomendado que o cliente agende um horário na concessionária de sua preferência. Caso não saiba o endereço ou telefone da concessionária mais próxima, a Moto Honda disponibiliza a lista no site www.honda.com.br e o telefone 0800 7013432.
 
Atenção contínua

Através de práticas simples e rápidas, o próprio motociclista pode verificar alguns itens básicos de sua motocicleta e se prevenir contra eventuais irregularidades. A recomendação é que o condutor esteja atento em todos os procedimentos.

Antes de pegar a estrada, confira se a calibragem dos pneus está de acordo com as especificações do Manual do Proprietário. Com garupa, em alguns modelos, o pneu traseiro deve receber pressão maior para compensar o peso extra. Veja também a presença de objetos presos, como pregos, cacos de vidros e pedras e checar se algum raio da roda está quebrado, pois ele pode perfurar a câmara de ar e comprometer sua segurança.

O sistema de freios é um item indispensável para sua segurança. Assim, verifique se está devidamente regulado e lubrificado. Se for hidráulico, é importante checar o nível do fluido. Caso a indicação esteja abaixo do mínimo, pode significar vazamento ou desgaste excessivo da pastilha. Nesse caso, é fundamental levar a uma concessionária para realizar o check-up do sistema de freios.

Atenção também à substituição do filtro de óleo. Já o filtro de ar, por reter muitas impurezas, deve ser limpo periodicamente ou substituído quando necessário a fim de evitar desgaste prematuro dos anéis e dos cilindros do motor. Se o mesmo for de espuma, é necessário lavá-lo com querosene e reaplicar óleo de motor.

Diariamente é recomendável verificar o nível do óleo lubrificante. Caso esteja abaixo do recomendado, deve-se preencher ou efetuar a troca completa. É importante lavar e lubrificar o sistema de corrente após o uso da motocicleta em estradas de terra.

Outro item fundamental é o sistema elétrico. A inspeção inclui conferir o funcionamento das luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e painel). Qualquer tipo de problema nesses equipamentos será considerado infração média, segundo o Código de Trânsito Brasileiro.

Equipamentos em dia

É necessário que o capacete esteja dentro do prazo de validade. Antes de iniciar a viagem, deve ser ajustado de forma a não ficar apertado nem folgado. A viseira é outro item que exige cuidado: precisa estar sempre limpa e sem riscos.

Roupas de cor clara facilitam a visão de outros motociclistas, principalmente à noite. Já calças e jaquetas confeccionadas em tecido grosso ou couro são indispensáveis, bem como botas ou sapatos que protejam os pés, luvas e capas de chuva.

É fundamental conferir se existem postos de combustível e restaurantes no trajeto. Ao parar para abastecer, a recomendação da Moto Honda é checar o nível do óleo do motor e a calibragem dos pneus.

As dicas para uma pilotagem mais segura não estão ligadas apenas ao veículo de duas rodas. É recomendável também que o motociclista faça uma parada a cada 90 minutos para movimentar os músculos. Isso ajuda a evitar os efeitos da fadiga e da ação do vento.
 
Fonte WWW.honda.com.br

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sonho, Esperança e Fé

Por Nuno Narezzi

Durante quase 20 anos competi profissionalmente sobre Duas Rodas movido pela paixão e desejo, e amor pelo aquilo que eu acreditava e planejava.

Um piloto profissional de MotoCross e SuperCross quanto monta e liga o motor de sua motocicleta para treinar ou competir, já está correndo risco de vida, por este motivo e para vencer uma competição e atingir o objetivo que é vencer um campeonato a minha carga horária de treinamentos era muito grande (num próximo artigo irei descrever a quantidade, o que e como eu fazia meus treinamentos).

Passava praticamente o período da manhã inteiro me dedicando aos treinamentos (das 07:00 às 12:30 hrs.) e uma parte do período da tarde ( das 14:30 até 17:30 hrs.) além das atividades de relaxamento no período da noite.

Mas na verdade oque eu quero dizer neste artigo é sobre nossos sonhos e esperança. Desde criança sempre sonhei em ter uma motocicleta e poder competir, e minha primeira paixão foi o asfalto. Em meados de 1979 acompanhava meu pai para assistir meu amigo Mauro Giomi nas competições de motovelocidade em Interlagos. Olhava tudo aquilo e pensava, um dia eu vou ser piloto! Esse era o meu primeiro sonho e tinha muita esperança que tudo poderia acontecer, mas não imagina que iria acontecer da forma como foi. Penta Campeão Brasileiro e 09 Vezes Campeão Paulista.

Quem conheceu meu avô João Narezzi, meu bisavo Luiz Narezzi e meu pai Gilberto Narezzi, sabe que vim de uma família simples e trabalhadora. Eu tive muitos impedimentos para iniciar a carreira e principalmente fazer um campeonato nacional completo, mas com muita insistência e desejo de competir, meu pai se desfez de uma moto que ele gostava muito (CB 750 Four), comecei a trabalhar de lavador de motos, entre outras ajudas que consegui e iniciei minha carreira, onde agarrei com a duas mãos essa oportunidade que foi colocada na minha vida...

Durante minha carreira aconteceram inúmeros acidentes, alguns graves e muitas vezes me superei e depois de muitos dias deitado numa cama dava a volta por cima me recuperava e voltava a competir, porém nunca perdi a Fé e a Esperança.

Quando aconteceu o primeiro acidente com o Ronaldinho (O Fenômeno) e muitos disseram que ele não voltaria, eu dizia para as pessoas pessimistas: Ele vai voltar e dar muitas alegrias ao povo brasileiro. E o que aconteceu? Ele desistiu? NÃO! Deu sua primeira e segunda aula de como ter esperança e Fé, e o tema do Fenômeno é “Sou brasileiro e não desisto nunca”, isso é sonhar, é ter fé, esperança e superação.

Ronaldinho é uma grande referencia de superação para mim, Pelé exemplo de treinos excessivos, Ayrton Senna Fé, Hotência concentração, Lance Armstrong esse não tenho palavras, venceu o câncer através da sua força de vontade acreditando no esporte (esperança).

Quando falo de sonhos e esperança é por que sou otimista e podemos efetivamente realizar tudo aquilo que queremos e falo isso com absoluta certeza de que quando colocamos paixão e amor no que fazemos e acreditamos, tudo é possível.

As minhas palavras não são tiradas de nenhum livro de história de relatos ou livros de auto-ajuda, são fatos vivenciados por mim mesmo durante minha vida e carreira profissional.

Levo estes conceitos em minha vida e compartilho com meus amigos, na minha família, nas atividades profissionais nos projetos de vida futura e com tudo aquilo em que faz bem ao próximo, sempre acreditando e sem perder a esperança que podemos realizar o melhor. Não permita que o desânimo tome conta de você em algumas circunstancia da vida.

Ninguém, mas absolutamente ninguém pode impedir uma pessoa de sonhar e ter esperança, acredite no poder dos sonhos e nunca perca a sua esperança. Você pode, acredite!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nuno Narezzi e Prolink dá dicas de pilotagem com segurança para longos trajetos

Nuno Narezzi da Prolink Honda relaciona alguns cuidados que devem ser tomados durante uma viagem de motocicleta

Para aproveitar ao máximo a sensação de liberdade e prazer que a motocicleta proporciona, Nuno Narezzi dá algumas importantes dicas de pilotagem para quem pretende pegar a estrada nestas férias.

O primeiro passo antes de seguir viagem é colocar todos os equipamentos de segurança: capacete, roupas apropriadas, calçados que protejam os pés e luvas. Embora nem todos estes acessórios sejam exigidos por lei, é importante buscar a máxima proteção.

Na programação, a pressa não pode estar incluída. Uma viagem de motocicleta deve ter hora para começar, mas não para terminar. Compensar atrasos, jamais.

De modo geral, a maior probabilidade de ocorrer algum problema está concentrada nos primeiros minutos de condução. Isso porque o motociclista ainda está relaxado e com o raciocínio não tão focado. Além disso, a expectativa da viagem gera uma descarga de adrenalina e estresse. Para reduzir a tensão, são indicados alguns minutos de alongamento.

Durante a viagem, lembre-se: as motocicletas sofrem influência das correntes de ar, das instabilidades do piso e de manobras inesperadas de outros veículos.

Conduzir em grupo

Na estrada, a atenção deve ser redobrada. Mesmo que a motocicleta esteja em via preferencial, o condutor está sempre mais vulnerável diante de outros veículos. Para passeios em grupo, o roteiro do percurso, o itinerário a ser seguido e as paradas a serem feitas devem ser definidas antes da partida.


Durante o trajeto, os mais lentos devem seguir sempre à frente do grupo. É indicado não fazer ultrapassagens e utilizar a trilha deixada pelos pneus dos automóveis no asfalto. Em pista única, deve-se manter um espaço razoável entre as motocicletas, para permitir ultrapassagens de outros veículos. Outra importante dica é evitar a sensação de hipnose causada pelo acompanhamento contínuo.

Se sofrer algum ato de imprudência de outro condutor, o melhor a fazer é não tirar satisfações e manter-se distante. Pista não é lugar para conflitos ou brincadeiras.

Evite aproximações desnecessárias: na estrada, a comunicação deve ser por sinais. Com a motocicleta em movimento, jamais se deve tocar o outro condutor.

Parada necessária

Problemas mecânicos também são situações que eventualmente podem surgir. Nessas ocasiões, pare em um local seguro, de preferência em retas planas e sem obstáculos visuais. Sinalize aos demais veículos que está havendo um imprevisto, utilizando o pisca-alerta ou a seta para a direita. Evite atravessar ou caminhar pela estrada.

A parada deve ser feita no acostamento e a pista deve ser sinalizada nos dois sentidos, a pelo menos 50 metros da motocicleta. Enquanto as providências no local são tomadas, outros motociclistas devem buscar auxílio.

O espírito de alerta deve fazer parte de toda a viagem. Seguindo essas orientações e utilizando o bom-senso e o respeito ao próximo, é possível viver com liberdade uma experiência de pilotagem única, reservada a quem está sobre uma Honda.